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#ficaadica – Marcos Donizetti
Submarino.com.br

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#ficaadica

Nossa atenção se dirigiu para a contratransferência que se estabelece no médico em decorrência da influência que exerce o paciente sobre os sentimentos inconscientes de seu analista. Nós estamos prontos para exigir que o médico reconheça e domine nele mesmo essa contratransferência. Agora que um maior número de pessoas pratica a psicanálise e discute entre elas suas experiências, nós observamos que todo analista só pode conduzir bem seus tratamentos na medida em que seus próprios complexos e suas resistências interiores lhe permitam. Por isso, nós exigimos que ele comece submetendo-se a uma análise e que não cesse nunca, mesmo quando ele aplica, ele próprio, tratamentos a outrem, de aprofundá-la. Aquele que não conseguir uma semelhante autoanálise agirá bem, renunciando, sem hesitação, a tratar analiticamente os doentes.

– FREUD, S. Perspectives de l’avenir de la thérapie analytique. De la technique psychanalytique. Paris: PUF. 1953. p. 27.

2 Comentários on “#ficaadica”

  1. #1 Carlos
    on May 27th, 2010 at 15:49

    Doni,
    do pouco que eu li sobre psicanálise ainda não pude ter idéia alguma de como funciona o ‘tratamento’ analítico…
    Fazendo uma analogia (pobre, devo confessar), escutei um caso de um terapeuta comportamental que havia indicado que certo senhor passasse a andar com um caderninho e caneta no bolso e os usasse em toda oportunidade que tivesse (o dito senhor era arquiteto e percebeu que suas mãos começavam a tremer toda vez que ele se punha a escrever). Ou seja, uma espécie de exercício atacando diretamente o problema…
    Agora, no caso de Camille Claudel, por exemplo, uma neurótica obsessiva, como seria o tratamento para essa “questão fundamental do neurótico obssessivo não consiste na ausência ou na carência do reconhecimento; o sujeito tem um reconhecimento, mas, para sustentá-lo, ele tem que pagar um preço extraordinariamente alto e nunca está seguro de poder sustentar esse reconhecimento passo a passo na sua vida.” Seria fazendo-a perceber por si mesmo algo do tipo (desculpe a rudeza dos termos): “minha filha, vc se pôs em uma situação insustentável, em que se determina a pagar um preço impagável e aceite que você não terá o reconhecimento que inutilmente tanto deseja”?
    A pergunta é sincera e espero alguma resposta ou, pelo menos, comentário.
    Obrigado.

  2. #2 Marcos Donizetti
    on May 27th, 2010 at 18:46

    Pergunta complexa, de difícil resposta na caixa de comentários de um blog. Na verdade, o neurótico obsessivo (e todos nós, praticamente) paga um preço extremamente alto pelo reconhecimento que, acredita, poderá receber. Há um contrato narcísico no qual se dispõe a abrir mão de boa parte de suas pulsões, esperando obter um lugar diante do outro, o reconhecimento que vem do olhar deste outro. Para o obsessivo, a demanda por esse olhar talvez seja muito maior do que o outro está disposto a oferecer. É um problema? Não sei… O que nos funda estruturalmente é exatamente a impossibilidade da satisfação de nossos maiores desejos, a falta, e é ela que nos permite continuar desejando, e vivendo… Agora, o que dizer à Camille Claudel? Só um eventual analista dela poderia dizer, pq as questões não são “dos neuróticos obsessivos” ou “dos psicóticos”, mas dos sujeitos. ;-)


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